quinta-feira, 25 de fevereiro de 2021

Aprender com façanhas alheias é uma virtude, governador.

Búzios (RJ) ZEROU o número de pacientes internados com Covid, e está com a economia preservada. E empresas e empregos também.

A receita? TRATAMENTO PRECOCE.

Enquanto Eduardo Leite continua estrangulando a economia do RS, como se lockdowns acabassem com vírus em vez de empregos e empresas, a cidade de Búzios ensina como se faz.

Em dezembro de 2020, um juiz do município carioca chegou a determinar, com o apoio do prefeito e vereadores, que os turistas deixassem a cidade e que fossem fechadas as portas das empresas, como Leite está fazendo com os gaúchos. A população foi às ruas e exigiu o cancelamento das medidas. Dois dias depois foi suspensa a decisão de fechamento da cidade, as atividades econômicas foram restabelecidas, e a prefeitura passou (finalmente) a adotar o protocolo de atenção precoce aos suspeitos de infecção.

Medicamentos como hidroxicloroquina e ivermectina, entre outros, passaram a ser prescritos aos primeiros sintomas, e foi suspensa a orientação anterior de as pessoas procurarem ajuda médica apenas quando estivessem com sintomas graves.

O resultado veio rápido. Em menos de dois meses foram zeradas as internações, e ocorreram apenas dois óbitos, de pacientes que já apresentavam quadro grave de outras patologias quando foram infectados com o vírus chinês.

O governador do Rio Grande do Sul, estado que recebeu recursos do governo federal específicos para o combate à pandemia, que, somados, ultrapassam a casa dos R$ 5 bilhões, preferiu usar o dinheiro para arrumar o "fluxo de caixa" do governo e colocar o salário do funcionalismo em dia, além de encorpar os gastos com propaganda. Poucas ações concretas foram adotadas ou mantidas para reforçar o sistema de saúde. Nenhum protocolo de tratamento precoce foi implementado. O resultado não poderia ser outro: risco de aumento do número de casos graves e superlotação de hospitais, levando a um crítico estado de restrições. A tenebrosa bandeira preta.

Como solução, o garoto de Pelotas, em vez de "tirar a bunda da cadeira", como havia ensinado ao gringo Sartori na campanha, novamente tirou da manga a única estratégia, além de aumentar impostos, que sua capacidade de "gestor" permite usar: mandar fechar as portas. Receita infalível para o caos.

Mas a iniciativa não vem sozinha. Já chega acompanhada da desculpa perfeita e do culpado ideal. Como Eduardo já está em campanha para a Presidência da República em 2022, a culpa da bandeira preta no Rio Grande é do genocida Bolsonaro, óbvio.

Leite nem precisaria tirar uns dias de férias em Búzios para aprender como salvar o Rio Grande do vírus chinês e preservar a economia já esfarrapada dos gaúchos. Bastaria ler um jornal e tirar a bunda da cadeira de governador para fazer gestão de verdade em seu estado, em vez de colocar como prioridade a ambição de assentar sua bunda na cadeira presidencial.

Sorte dele que os outrora destemidos e valentes gaúchos se transformaram no povo mais submisso e apático do Brasil. Perdemos muitas daquelas virtudes, e acabamos por nos comportar como escravos. Hoje são populações como a de Búzios que tem façanhas para servir de modelo a toda terra.

https://g1.globo.com/rj/regiao-dos-lagos/noticia/2021/02/18/buzios-zera-numero-de-pacientes-internados-com-covid-19-e-nao-tem-casos-confirmados-nas-ultimas-24-horas.ghtml

sábado, 15 de agosto de 2020

Facebook manipula conteúdo e censura conservadores, diz ex-colaborador (vídeo)

Ryan Hartwig, ex-colaborador do Facebook e integrante do Project Veritas, que fazia a gestão de moderação de conteúdo da rede social para países da America Latina, concedeu entrevista ao editor do Blog. Em quase uma hora de conversa, foram relatadas diversas práticas da maior plataforma social do mundo para limitar o alcance de publicações de perfis conservadores e, ao mesmo tempo, impulsionar conteúdos relacionados a pautas da esquerda. 

O Project Veritas, empresa de jornalismo investigativo sem fins lucrativos, investiga e expõe casos de corrupção, fraude e outras condutas impróprias em instituições públicas e privadas ao redor do mundo.

No início deste ano, Hartwig encaminhou uma denúncia formal sobre essas práticas ao Congresso dos EUA, que está investigando as maiores plataformas, como Facebook, Instagram e Twitter, sobre manipulação e direcionamento de conteúdo com o objetivo de influenciar a opinião pública sobre temas sensíveis, inclusive intenção de voto.

A influência das redes sociais nas eleições americanas motivou as investigações, e o que vem sendo revelado contradiz a narrativa da grande mídia. TVs e jornais têm se dedicado a convencer a opinião pública de que teria havido favorecimento ao então candidato Donald Trump, nos EUA, como também a Jair Bolsonaro no Brasil. Entretanto, com base nas investigações do Congresso americano, assim como em inquéritos no Brasil, e em depoimentos de gestores e colaboradores das plataformas, o que está se confirmando é que o uso massivo das redes pelos usuários foi uma característica de ambas as eleições, como em outras ao redor do mundo, mas como atividade orgânica, espontânea, e não produzida pelos alegados "robôs", que disparariam mensagens em massa com conteúdos falsos. O Twitter no Brasil, em resposta a investigações da Polícia Federal, afirmou em 5 de abril que "conduziu uma investigação interna sobre as conclusões da pesquisa e não encontrou manipulação coordenada generalizada", descartando a ação de robôs em sua plataforma.

O que Ryan Hartwig levou ao conhecimento do Congresso americano, e está compartilhando com jornalistas de vários países, é que são justamente as plataformas que estão operando para diminuir o alcance das publicações de usuários conservadores, enquanto impulsionam conteúdos relacionados às pautas da esquerda, e isso por todo o mundo.

Assista à entrevista:



Saiba mais sobre Ryan Hartwig e o Project Veritas:

www.ryanhartwig.org/brasil

www.projectveritas.com

Twitter: @realryanhartwig