segunda-feira, 13 de abril de 2015

Da reaproximação entre Cuba e Estados Unidos:
a História se repete.


Antonio Castro, filho de Fidel, desfruta dos confortos restritos à elite cubana

"O país abraçou a economia capitalista de mercado controlada de cima por uma casta gerontocrática que sonha em assegurar para si e seus rebentos um futuro confortável à frente das estatais privatizadas e representações de oligopólios europeus e americanos." (Luiz Antônio Araujo, jornalista)

Os Estados Unidos usam Cuba para barrar o avanço chinês sobre a América Latina, enquanto Cuba e sua teimosa revolução capitulam, rendendo-se, enfim, à impossibilidade matemática de suas aspirações neocomunistas. Assim, sua elite (sim, Cuba também tem sua elite!) prepara-se para repetir a experiência russa, na derrocada da União Soviética: os grandes líderes "bolcheviques" se transformaram nos megaempresários da nova Rússia, privatizando para si as grandes estatais.

Podem chorar à vontade, os que ainda resistem em sua ingênua glorificação romântica de Che Guevara e seu sonho cubano.