segunda-feira, 15 de junho de 2015

Passe livre para presos.
Adivinha de quem é a ideia.



Deputados propõem passe livre para apenados do semiaberto no RS
Adivinha de que partidos são os nobres deputados.

(Via Zero Hora)
 

Os deputados Catarina Paladini (PSB), Manuela D'Ávila (PC do B), Pedro Ruas (PSOL), Miriam Marroni (PT) e Jeferson Fernandes (PT) encaminharam nesta segunda-feira um projeto de lei que tem como objetivo conceder passe livre para apenados do semiaberto, filhos e cônjuges em ônibus intermunicipais. A proposta nasceu de debates na Comissão de Direitos Humanos da Assembleia e elenca uma série de condições para a concessão do benefício.

O projeto concede o passe livre aos detentos do regime semiaberto que estejam usufruindo do direito à saída temporária, além de filhos e cônjuges que tenham renda per capita inferior a 1,5 salário mínimo (receberiam duas passagens por mês). Os parentes de presos dos regimes fechado também teriam direito ao benefício. No caso de apenados que recebem liberdade provisória ou são beneficiados com prisão domiciliar, a lei prevê a concessão do passe livre apenas uma vez.

— Precisamos humanizar a relação dos apenados com a sociedade e aumentar as oportunidades. Nossa proposta tem o viés da ressocialização — explica Catarina, presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia.

A proposta começa a tramitar nesta terça-feira e terá de passar pelas comissões legislativas antes de ser votada em plenário.

É perturbador constatar que esses nossos "representantes" sejam tão desconectados da sociedade que os elegeu. Tão distantes das expectativas de seus próprios eleitores.

É decepcionante que, com tanto tempo disponível para dedicar aos interesses da sociedade, e com uma remuneração tão invejável, além de uma estrutura que nem no primeiro mundo é colocada à disposição da classe política, esses cidadãos privilegiados, da casta superior da pirâmide social, dediquem-se com tanto empenho a subverter a ordem social. A inverter os valores que são os pilares da humanidade.

É inquietante que jamais, e repito: jamais! as vítimas dos criminosos estejam entre suas prioridades. Os mortos, os familiares enlutados, os sequestrados, os assaltados, os violentados, os traumatizados... esses jamais receberam sua atenção, ou uma visita, ou um projeto de lei que venha a minimizar o dano causado por delinquentes que optaram por viver fora da lei e à margem da sociedade.

Não. Sua prioridade é cuidar do infrator, do marginal, do bandido.

A vítima? Ah, isso não é algo para se importar. Sua missão agora é algo maior: desconstruir a sociedade e levá-la ao caos, para mais adiante apresentar-se como a solução necessária: um socialismo totalitário, hegemônico e onipresente, que garantirá a perfeita ordem social. Como já houve no falecido regime soviético, na moribunda Cuba, na esdrúxula Coreia do Norte, e que começa a se manifestar mais explicitamente na Venezuela.

Insanos! Loucos! E cujas aberrações legislativas burlescas somos nós obrigados a sustentar...









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