segunda-feira, 6 de julho de 2015

Montadoras choram e mamam. O nosso dinheiro.

Para quebrar o galho das montadoras, Dilma
distribui o dinheiro do contribuinte.
Dilma acaba de assinar Medida Provisória que cria o "Programa de Proteção ao Emprego". Deveria se chamar "proteção às montadoras".

Por causa do lobby do setor, que passa por dificuldades e está com os pátios abarrotados em decorrência da forte queda das vendas, consequência da recessão econômica, Dilma usa dinheiro público para quebrar o galho das montadoras.

As fábricas de automóveis poderão reduzir a carga horária e os salários dos funcionários, e o governo vai compensar os trabalhadores com dinheiro do FAT - Fundo de Amparo ao Trabalhador, pagando a diferença.

As montadoras ainda serão beneficiadas com a redução dos encargos trabalhistas que incidem sobre a folha, já que pagarão salários menores.

As montadoras que integram a ANFAVEA, todas multinacionais, enviaram US$ 15,4 bilhões ao exterior nos últimos quatro anos, referentes aos lucros que são remetidos às respectivas matrizes. Mas não se dispõem a gastar um centavo com os trabalhadores em decorrência da crise. Sabem que podem contar com a generosidade do desgoverno petista.

Outros segmentos da economia, como varejo ou serviços, não serão contemplados com o mesmo programa. Não têm o mesmo poder de pressão das montadoras e dos sindicatos ligados ao setor.

A exemplo da redução pontual do IPI sobre a venda de automóveis, o governo nem disfarça o despudor de abdicar do dinheiro público para afagar um setor específico, evidenciando que não tem, para o país, uma política industrial. Suas ações para socorrer a indústria automobilística reduzem-se a baixar ou elevar impostos, e eventualmente socorrê-la com subsídios.

Basta uma manhazinha, e Dilma corre em socorro das montadoras, Com o nosso dinheiro.








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