quarta-feira, 27 de maio de 2020

Corona: os números incríveis de Costa Rica e Marrocos


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Costa Rica e Marrocos desafiam a "comprovação científica".

Ambos os países, entre alguns outros poucos corajosos, ousaram ignorar as orientações da OMS e, desde os primeiros casos confirmados de Covid-19, seus governos adotaram protocolos próprios para salvar seus cidadãos. O tempo e a quantidade de vidas salvas provaram que estavam certos.

O primeiro gráfico demonstra a evolução das mortes (por milhão) nos dois países, em comparação à media mundial.

Costa Rica, um pequeno país da América Central, famoso por suas praias paradisíacas banhadas pelos oceanos Atlântico e Pacífico, tem pouco mais de 5 milhões de habitantes, e um forte fluxo turístico. Com a pandemia, restringiu as fronteiras e a entrada de estrangeiros, como boa parte do mundo, e adotou medidas brandas de distanciamento social. Além disso, atuou forte nos tratamentos profiláticos, preventivos e precoces. Os indicadores de educação do povo costarriquenho estão acima da média global, o que auxiliou na adoção de medidas de proteção e higiene por parte da população, com reflexos positivos na contenção da disseminação do vírus chinês. O sistema de saúde estatal também agiu rápido, reforçando estratégias de atendimento domiciliar.

Em decorrência dessas e outas ações, o índice de mortes por milhão no país segue, desde o princípio, entre os menores no mundo. Atualmente está em 1,96, contra 44,93 na média mundial, e 110,4 no Brasil, como ilustra o primeiro gráfico.

Mas há um elemento que foi imprescindível para o sucesso do país no combate à pandemia, também utilizado pelo Marrocos.

Esse país africano apostou na produção local em massa de máscaras, em vez de importá-las da China como fizeram quase todos os demais países, além de adotar medidas de distanciamento menos drásticas do que as sugeridas pela OMS. Mas não foi só isso que ajudou o país a conter a tragédia do coranavírus. Em comparação à França, por exemplo, que é 20 vezes mais rica, Marrocos registrou até ontem 202 mortes para 36 milhões de habitantes, contra 28.530 mortes entre 67 milhões de habitantes na França. Em termos proporcionais a diferença salta aos olhos: no Marrocos, 5,47 mortes por milhão de habitantes, contra 437,08 mortos por milhão na França. A média mundial, hoje, está em 44,93, e no Brasil em 115,232, e crescendo.

Em comparação ao Brasil e aos Estados Unidos,
Os números de Costa Rica e Marrocos
são ainda mais impressionantes 

A estratégia de Costa Rica e Marrocos, e de mais um punhado de países "rebeldes" que tiveram a coragem de buscar suas próprias soluções contra todas as pressões globalistas e, em particular, do lobby da Big Pharma, foi adotar oficialmente o protocolo de tratamento baseado na hidroxicloroquina, em associação a outros medicamentos, desde os primeiros casos confirmados nos países.

Curiosamente, o que levou o governo de Costa Rica a apostar no medicamento foi uma teleconferência com médicos chineses, em 18 de março. Eles já tinham mais informações sobre o comportamento do vírus e os medicamentos testados que entregavam mais resultados, mesmo que sem "comprovação científica", e alertaram que o mais importante é evitar o agravamento do quadro de saúde dos infectados, para não esgotar ou mesmo colapsar o sistema de saúde, e a hidroxicloroquina, administrada precocemente, minimiza os efeitos do vírus no organismo, até que o próprio sistema imunológico do infectado possa eliminá-lo. Os riscos de seus efeitos colaterais, estatisticamente irrisórios, comparados às altas probabilidades de consequências graves aos pacientes quando não tratados precocemente, foram decisivos. O fármaco, que é muito barato, não tem patente e pode ser fabricado por qualquer laboratório, é consumido largamente há 70 anos, em todo o mundo. O grande efeito colateral é não gerar lucros à Big Pharma.

Os governos dos dois países não tiveram dúvidas: em vez de esperar por "comprovação científica", processo moroso e complexo para medicamentos e vacinas, ou aguardar pelas soluções que os grandes laboratórios da Big Pharma estão prometendo, que levarão meses para chegar e custarão fortunas, melhor seria usar o que já está funcionando, já se conhece e, melhor ainda, a um custo ínfimo. Estima-se algo em torno de R$ 6,00 o gasto total em medicamentos por pessoa, nesse protocolo, que tem a duração de 5 a 7 dias de tratamento. A vantagem financeira é ainda mais expressiva quando se considera que, com tratamento precoce e eficaz, os infectados não precisarão, em sua imensa maioria, ocupar leitos em UTIs nem respiradores.

Os gráficos que mostram a evolução dos números de Costa Rica e Marrocos em comparação ao resto do mundo não deixam dúvidas sobre o acerto dos governos desses países, e agrava ainda mais as dúvidas sobre as determinações da OMS, cujos maiores financiadores privados, não por acaso, são os maiores laboratórios farmacêuticos globais.

O artigo Entre a Vida e a Morte, o Lucro descreve o lobby e a pressão da Big Pharma, e a predileção de governantes brasileiros pelos gastos com medicação cara e aparelhos respiratórios superfaturados, em detrimento da vida de seus governados.












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