sábado, 2 de maio de 2020


Inconstitucionalissimamente.


O ministro Luís Barroso, do STF, suspendeu hoje a expulsão de funcionários da Embaixada da Venezuela no DF e consulados em Belém, Boa Vista, Manaus, RJ e SP.

A retirada compulsória do corpo diplomático venezuelano havia sido determinada por ato do Presidente da República e do Ministério das Relações Exteriores.

Barroso concedeu liminar, em mais um gesto do Judiciário que avança sobre competência do Executivo, atendendo a pedido do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), ferrenho defensor do regime Chávez/Maduro e de outros tiranos socialistas e comunistas da América Latina. O partido de Pimenta integra o Foro de São Paulo, que reúne partidos e líderes de esquerda da região.

O Brasil não reconhece o governo de Nicolás Maduro, e já ordenou a retirada de todo o seu corpo diplomático da Venezuela. O governo brasileiro reconhece como presidente interino daquele país o deputado Juan Guaidó, de acordo com o que prevê a Constituição venezuelana, em razão da eleição fraudulenta que garantiu a reeleição de Maduro. Outros 50 países têm a mesma posição do Brasil, reconhecendo Guaidó. Embaixadores designados por ele estão trabalhando no Brasil, mas em escritórios de um hotel em Brasília, porque o corpo diplomático de Maduro permanece ocupando a embaixada em Brasília.

Para consolidar a decisão de reconhecer Guaidó, o governo brasileiro havia determinado a data de hoje como prazo limite para a retirada. Após, os diplomatas venezuelanos de Maduro seriam considerados 'personas non gratas'.

Com a decisão de Barroso, atendendo aos interesses do Foro de São Paulo, a expulsão fica suspensa, até julgamento definitivo. O governo, através da AGU, vai recorrer da decisão, que então será julgada pelo plenário do STF.

A cada dia é imposto um novo boicote às ações de Bolsonaro, em decisão individual e monocrática de algum ministro do Supremo, quando não de algum juiz de 1a instância.

Semana passada foi Alexandre de Moraes, que impediu, à revelia da Constituição, a posse de Alexandre Ramagem como diretor da PF, atendendo a um pedido do PDT, com apoio do PSOL, também partidos do Foro de São Paulo. As consequências dessa liminar esdrúxula e ilegal, que usurpa de maneira inconstitucional a prerrogativa do Presidente, serão graves. A crise que envolve esse episódio, em que se insere a renúncia de Sérgio Moro e o pânico generalizado em torno de Ramagem e seu potencial de revelar quem mandou matar Bolsonaro quando assumisse a direção da PF, está apenas começando.

Incontáveis ações do Supremo, e de instâncias inferiores, têm sistematicamente inviabilizado Jair Bolsonaro de implementar suas ações, pelas quais foi eleito.

Há nitidamente uma trama em curso, atacando e enfraquecendo Bolsonaro por todas as frentes possíveis. Os ataques permanentes da mídia e suas narrativas falaciosas para difamar o Presidente e arruinar sua imagem atuam no flanco da opinião pública, buscando derreter o apoio popular e aumentar a rejeição a Bolsonaro, enquanto outros setores o bombardeiam por outros lados. E quase nunca pela frente. Geralmente pelas costas, como faz esse tipo de gente. Ironicamente, o único que o esfaqueou pela frente foi Adélio Bispo.

O Mecanismo, com determinação redobrada a cada passo, não vai desistir. Não pode voltar atrás. Está em guerra aberta contra Bolsonaro, agora utilizando-se de estratégias institucionais.

O nome disso é #GolpeDeEstado.










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